terça-feira, 3 de novembro de 2009

Migrando para Windows 7

windows7

O assunto em pauta é a migração das plataformas para o novo sistema operacional!

temos duas situações a serem consideradas:

  1. Migrar de Windows Vista para Windows 7
  2. Migrar de Windows XP (e anteriores) para o Windows 7

Para a primeira situação temos que é uma questão de planejamento, pois se a empresa já estava atualizada para o Vista, a atualização para o Windows 7 é um fato natural e que deverá ocorrer. Definir quando e como é o objeto do planejamento e essas definições irão depender do orçamento para esta migração. Levantar os custos e alternativas é o primeiro passo, e em seguida coordenar isso com o orçamento da empresa! Quanto a fatores técnicos… somente algum sistema proprietário da empresa pode atrapalhar, e isso será facilmente testado e ajustado.

A Segunda situação é mais complexa, já que o fato da empresa não ter migrado para o Windows Vista implica em que a empresa considerou existirem dificuldades para essa migração. As dificuldades para migrar para o Windows 7 serão as mesmas, acrescidas de mais algumas “novas”, mas que em princípio estão se mostrando como sendo “poucas as novas”!

Nossa parceria com a Microsoft nos fez migrar os equipamentos para o Windows 7 já faz mais de mês e tudo correu com muita calma e sem transtornos (exceto no micro que ainda rodava Windows XP e no qual tivemos que reinstalar todos os aplicativos novamente).

Assim sendo bom planejamento, e se precisar de alguma ajuda entre em contato com a GHERPELLI Consultoria ou com a SANNA Consultoria Empresarial que teremos muito prazer em auxiliar no planejamento desta importante migração.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Sistema integrado só com gestor integrado

Networking A maiorias das empresas já conta com sistemas de gestão integrados (os ERPs), mas muitas ainda relutam em ter o gestor da área de TI integrado aos negócios, relevando a participação deste profissional às necessidades de infraestrutura e suporte ao sistemas usados na empresa.

Parece óbvio, mas se o gestor de TI não souber da estratégia da empresa ou de atividades que estejam sendo planejadas não poderá preparar a TI para atender às demandas que estão por vir.

Um dica é que as empresas devem tratar a TI como uma ferramenta de aumento de produtividade e se esta ferramenta integra diversas áreas da empresa, é óbvio que o seu gestor e membros chaves devem estar igualmente integrados na gestão da empresa.

Recomendo a leitura do artigo que me inspirou a escrever este post, publicado pela IDGNow - “Gestor de tecnologia da informação deve participar de definição de estratégias”.

Se após esta leitura acreditar que necessita de assessoria para fazer com que a área de TI se integre com o resto da empresa e que o planejamento estratégico e operacional permita essa integração entre em contato com a GHERPELLI Consultoria ou com a SANNA Consultoria Empresarial que possuem experiência de mais de 17 anos neste sentido.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Backup, emergência e contingência de sistemas

CIO Recentemente fui questionado quanto a existência de recursos que minimizassem os transtornos causados por falha em servidor – entendo por “falha” um problema que impede o mesmo de continuar operando, seja por erro no disco rígido, nas placas ou em qualquer outra parte vital.

O primeiro passo numa situação de problema na área de informática é identificar o que ocorreu e iniciar os procedimentos para restauração da operação normal. Esses procedimentos deveriam estar previstos num documento específico que eu costumo denominar de “Plano de Contingência em TI”.

No plano estão previstos os procedimentos rotineiros para salvaguardar as informações e equipamentos, ou seja, a política de backup e de guarda dos mesmos assim como testes e manutenção preventiva dos equipamentos. É comum já identificar os  principais problemas que podem ocorrer e os procedimentos a serem tomados com as tolerâncias para reparo quanto a tempo de retorno e integridade das informações.

Existem sistemas críticos que operam em total duplicidade, ou seja, tudo é registrado em servidores distintos simultaneamente, de forma que a falha num apenas resulta na indicação de um problema para o operador que toma as providências para reparo e volta a emparelhar os servidores. Um sistema desse implica num grande investimento, que muitas vezes não é necessário; isso faz com que se tenha que avaliar quanto tempo a operação pode ficar sem sistema e quanto vale investir na infraestrutura de segurança.

Num recente artigo publicado pela PCWorld, que recomendo a leitura, e foi inspiração para este post, é apresentado o backup de imagem de discos.

Para mais detalhes de como se estruturar para evitar dores de cabeça entre em contato com a Gherpelli Consultoria que entraremos em mais detalhes quanto à possíveis alternativas.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Fechando os acessos

monitorado Não é novidade a informação que o ponto crítico em todos os sistemas de segurança são as pessoas, mas o que é atual é que não se precisa mais fuçar o lixo de uma pessoa para descobrir informações importantes… agora temos o Orkut, Facebook, LinkedIn, MySpace, Twitter, e mais algum que eu possa ter esquecido!

Com isso surge novamente a questão de como proceder para evitar quebras de segurança nas empresas, e o assunto de direitos dos empregados quanto a terem suas ações monitoradas volta a ser questão de debates.

Minha consideração sobre o assunto é de que os recursos de tecnologia das empresas são para uso exclusivo de atividades pertinentes ao trabalho, e assim sendo o monitoramento e bloqueio a sites desnecessários deve ser uma prática regularizada e formalmente aceita pelos colaboradores.

A nova onda de problemas agora está no direito das empresas em monitorar o que os colaboradores fazem fora deste ambiente, acessando e postando informações no conforto de suas casas, mas que podem interferir na segurança pessoal e até mesmo profissional.

O Presidente dos EUA exigiu poder continuar a usar a sua tecnologia e isso fez com que o serviço secreto corresse para estabelecer protocolos de segurança para permitir esse “luxo” – já imaginou alguém ter acesso a alguma informação realmente sigilosa deste senhor?!?!?

Seguindo este exemplo, algumas recomendações:

  • Buscar as tecnologias mais atualizadas de proteção de informação (antivírus, firewall, etc…);
  • Para os colaboradores que devem, ou podem, trabalhar em suas casas se faz necessário prover os mesmos de estrutura que seja independente da que ele possa querer usar para lazer, ou seja, fornecer um micro ou  notebook que seja para uso exclusivo de trabalho (se ele quiser lazer que compre um pessoal para isso). Neste caso o equipamento terá todas as proteções e ferramentas e regras de monitoramento tal qual estivesse na empresa;
  • O mais importante: Constantemente divulgar e conscientizar os colaboradores da importância da segurança e dos perigos das informações “soltas”.

Até que tenhamos outras ferramentas mais inteligentes que as atuais para proteção (e que deverão ser ainda mais inteligentes que os “maus elementos”) o importante é educar, afinal de contas nossos pais sempre diziam “Não fale com estranhos na rua”, agora deve ser: “Não fale com estranhos na rua, ou na internet!”.

A gestão estratégica e administrativa das empresas deve considerar os problemas de segurança envolvidos em todo os seus procedimentos, e a experiência da GHERPELLI Consultoria e da SANNA Consultoria Empresarial poderão assessorar a minimizar estes problemas. Mantenha-se atualizado visitando o Blog da GHERPELLI, assim como o Blog da SANNA, ou fazendo um contato conosco pelos nossos sites.

A seguir um artigo publicado pela IDG Now! sobre o temos das empresas quanto a esse assunto.


Sophos: 63% das empresas temem o roubo de dados em redes sociais

Por Redação do IDG Now! - Publicada em 22 de julho de 2009

Em média, 50% das empresas bloqueiam acesso às redes sociais. Mais de 21% delas afirmam já terem recebido códigos maliciosos por meio do perfil.

Os cibercriminosos cada vez mais atacam redes sociais, de acordo com estudo da empresa de segurança Sophos divulgado nesta quarta-feira (22/7). Por isso, 63% das empresas se preocupam com as informações pessoais que seus funcionários compartilham online.

Em média, 50% das empresas bloqueiam o acesso às redes sociais analisadas – Facebook, LinkedIn, MySpace e Twitter. A segunda maior preocupação em relação aos sites é a perda de produtividade durante o expediente.

O levantamento mostra que 21% dos usuários já foram vítimas de tentativas de golpes em redes sociais, enquanto 21,2% já receberam códigos maliciosos por seus perfis.

A Sophos identificou, em junho deste ano, 22,5 milhões de pragas na internet, o dobro do número somado no mesmo período de 2008. O país que mais tem malwares é os Estados Unidos, com 36,9% do total.

Diariamente, foram descobertos no mês cerca de 6.500 sites relacionados a spams, o que significa uma nova página falsa a cada 13 segundos. O número é quase o dobro em relação a 2008. Além disso, 89,7% de todos os e-mails recebidos pelas empresas são mensagens não desejadas – spams.

O estudo "The Security Threat Report" também destacou a explosão de programas antivírus falsos na rede. Segundo a Sophos, cerca de 15 sites em junho ofereceram esses tipos de softwares maliciosos todos os dias, o triplo em comparação com o mesmo mês do ano passado.

A pesquisa se baseia em análises dentro da rede da Sophos, composta por 100 milhões de usuários em cerca de 150 países.

Fonte: IDG Now! - Segurança


quarta-feira, 15 de julho de 2009

Vamos treinar!

j0078767[1]Certa ocasião, ao atender um cliente industrial, comentei da necessidade de treinar o pessoal dele no uso do sistema de gestão que estava sendo revisado.

Tratava-se de um ERP com vários módulos implantados e do qual se buscava extrair informações de BI, mesmo estando o operacional ainda com pequenos problemas.

Comentei que apenas com o pessoal dele sabendo usar corretamente a ferramenta e entendendo os conceitos da empresa é que ele poderia vir a extrair o BI que ele tanto desejava… a resposta (que não foi inédita em minha carreira): “Eu acho que eles devem mais ficar fuçando para descobrir o potencial do sistema, tal qual uma calculadora científica!”

Não preciso dizer que esta resposta causa até hoje um frio na espinha! Respirei fundo e fiz minha argumentação:

“Querer considerar um sistema de ERP é similar a uma calculadora científica é um equívoco tanto quanto as funcionalidades quanto ao investimento; uma comparação mais correta seria considerar o ERP um equipamento vital para sua área de produção, afinal ele é vital para área administrativa e possui um custo de investimento e de manutenção significativos!

Sendo assim pergunto se colocaria uma pessoa que possui apenas habilitação de motorista para operar uma máquina complexa e cara pedindo para ele ir fuçando até acertar?”

É claro que a resposta é algo do tipo “Nem louco eu faria isso!”. Essa é a deixa para voltar mais sobriamente ao assunto do treinamento.

Atualmente as empresas de primeira linha em fornecimento de ERP já fazem constar em seus contratos a obrigatoriedade de treinamento e destacam o custo para o contínuo trabalho de manter os colaboradores atualizados com a ferramenta e com a evolução dela.

Vale lembrar que o treinamento não se limita ao pessoal do cliente, mas também aos colaboradores das empresas de sistemas. Recomendo a leitura do artigo publicado pela COMPUTERWORLD que foi inspiração para este post!

Artigo COMPUTERWORLD: Empresas treinam em casa para reduzir déficit de formação

A GHERPELLI Consultoria e a SANNA Consultoria Empresarial prestam assessoria às empresas quanto à gestão estratégica e administrativa, se envolvendo nas questões de tecnologia para suporte a operação. As necessidades de ajustes e revisões, treinamento e outras ações para se obter um nível de qualidade desejável são objeto de nosso portfólio de serviços. Visite nossos sites e faça contato para avaliarmos possibilidades de negócio.